O dálmata virou ícone por causa do cinema, e muita gente levou um para casa pelo visual de pintinhas sem saber que a raça tem energia de cão atleta e algumas particularidades de saúde bem específicas. A pele e a audição estão entre elas.
Como é conviver com um dálmata
É enérgico, brincalhão e precisa de muito exercício, herança de quando corria ao lado de carruagens. Sem gasto de energia, fica agitado e destrutivo. O pelo é curto, fácil de limpar, mas deixa a pele exposta.
Saúde do dálmata: pele, ouvido e xixi
Alergias de pele e dermatite são comuns na raça, com coceira e irritação. Parte dos dálmatas nasce com surdez de um ou dos dois ouvidos, algo a checar ainda filhote. E o metabolismo deles forma cálculos urinários com facilidade, então água sempre à disposição e dieta adequada fazem diferença. Mais sobre pele em pele e pelagem do cão.
Qual petisco combina com um dálmata
Para um cão de pele sensível, a alimentação ajuda a pelagem. O Nutraskin, com ômega-3 e colágeno, apoia a saúde da pele. Conheça também as petiscos funcionais para cães.
Perguntas frequentes sobre o dálmata
É verdade que dálmata pode ser surdo?
Sim. A surdez congênita, de um ou dos dois ouvidos, é relativamente comum na raça e vale testar ainda na fase de filhote.
Dálmata precisa de muita água?
Sim. O metabolismo da raça favorece cálculos urinários, então água à vontade e dieta adequada são importantes.
Dálmata é agitado?
Muito enérgico. Precisa de exercício diário de verdade, ou descarrega a energia em comportamento destrutivo.
Imagem: Le dalmatien / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0) — fonte



